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Gerenciamento das Emissões Atmosféricas

Elaboração de um Plano de Gerenciamento de Emissões Atmosféricas para um complexo industrial no interior de São Paulo

Fator Ambiental - experiência comprovada na revitalização de áreas industriais degradadas

Chaminés consideradas no Plano de Monitoramento de Emissões Atmosféricas

Resumo do Projeto:

▪ Objetivo: criar uma ferramenta eficaz para o gerenciamento das emissões atmosféricas aceita pela CETESB;

▪ Escopo: Inventário de fontes, Modelo Matemático de Dispersão Atmosférica e Plano de Monitoramento de Emissões Atmosféricas (PMEA);

▪ Ganhos: redução do número de fontes monitoradas de 68 para 17 e redução dos custos de monitoramento de chaminés.

A Fator Ambiental foi contratada por uma empresa do interior paulista que desejava controlar e gerenciar suas emissões atmosféricas. Em duas etapas, foram realizados trabalhos que atenderam a todas as expectativas do cliente.

Os Objetivos:

Após vários anos realizando campanhas de amostragem de chaminés e algumas centenas de milhares de reais gastos, a empresa detinha uma série de dados de emissões, mas não os utilizava na melhoria contínua dos seus processos, nem mesmo para a verificação dos impactos à qualidade do ar causados pela atividade industrial.

Enrico Freire, um dos engenheiros da Fator envolvidos nesse projeto, disse que “uma parte de nosso trabalho foi indicar quais chaminés que emitiam mais poluentes. Após esse levantamento, a empresa não precisava mais gastar com o monitoramento de todas, apenas das mais poluentes”. Enrico também afirmou que “o trabalho mostrou que com pequenas alterações nas chaminés, esse problema pode ser eliminado”.

Sendo assim, verificou-se que a empresa necessitava não mais de amostragens de chaminés, mas sim de uma ferramenta eficaz para o gerenciamento das emissões atmosféricas decorrentes das atividades produtivas, que auxiliasse efetivamente no monitoramento e no controle da qualidade do ar no interior e nas vizinhanças da propriedade.

O Escopo:

Os trabalhos foram desenvolvidos em 2 etapas. A primeira de Levantamento e Tratamento de Dados, na qual foram mapeadas todas as fontes de emissão do complexo industrial e levantadas as suas principais características.
A etapa posterior foi de Modelagem Matemática da Dispersão Atmosférica, através do qual foi possível simular as condições de dispersão das emissões e verificar os impactos à qualidade do ar no interior e nos arredores do complexo industrial. Foram identificadas as áreas críticas com relação à qualidade do ar e também as fontes de emissão mais relevantes, que deveriam ser acompanhadas por um monitoramento ambiental. Enrico disse que “todo o trabalho de realização de inventário e desenvolvimento do modelo de dispersão durou aproximadamente 2 meses”.

“Além do levantamento das principais chaminés poluidoras, descobrimos que havia um tipo delas que concentrava muitos poluentes na região. Sugerimos que elas fossem substituídas”, disse Enrico.

A Fator Ambiental forneceu ao final dos trabalhos um Plano de Monitoramento das Emissões Atmosféricas (PMEA), elaborado conforme o Termo de Referência da CETESB, além do Inventário das Fontes de Emissão e do Modelo Matemático de Dispersão Atmosférica. Para Enrico, o projeto implantado pela Fator foi um sucesso: “quando o trabalho foi proposto sabíamos que ocorreriam reduções grandes nas fontes de emissão relevantes da fábrica e também no custo de execução dessas emissões”.

Os Ganhos:

A implementação do novo Plano de Monitoramento das Emissões Atmosféricas (PMEA), focado apenas nas fontes emissoras relevantes, proporcionou às empresas a uma economia dos custos anuais de monitoramento de chaminés, além de possibilitar o acompanhamento dos indicadores representativos da garantia da qualidade do ar junto aos principais receptores. E tudo isso com a aceitação da CETESB.

Enrico resumiu os benefícios que a empresa teve: “o retorno econômico imediato foi a redução do número de fontes que faziam parte do plano de monitoramento de emissões atmosféricas de 68 para 17 (redução superior a 70%), além de uma redução no número de parâmetros monitorados de 4 para 2”.

Enrico também falou sobre outros resultados positivos do projeto da Fator: “a sociedade se beneficia de duas formas: a primeira é que com o modelo é possível saber se existe algum receptor exposto a uma concentração inadequada de algum composto químico, fato que permite a adoção de medidas corretivas para prevenir qualquer dano a saúde desse receptor. A segunda é que as empresas adotam atualmente políticas de melhoria contínua e o plano de gerenciamento de emissões é a ferramenta ideal para permitir o desenvolvimento de uma estratégica redução de emissões econômica e ambientalmente sustentáveis”