Arquivo de novembro, 2009

Em busca da melhor matriz energética

24/11/09

Em matéria publicada pelo Estado de S. Paulo na terça-feira da semana passada, foi levantada a questão da geração de energia no país. Enquanto o recente apagão ainda não foi totalmente esclarecido, a reportagem lembrou que o Brasil ainda depende em parte de usinas termoelétricas, que correspondem a 23,6% ou 25 mil MW da matriz energética nacional (não contando a energia combustível).

Trata-se de algo a ser cuidadosamente analisado pelo poder público, além de debatido pela sociedade: ao optarmos pelas usinas térmicas, estamos selecionando a pior opção para o meio ambiente. Dentre as novas usinas desse tipo que estão em obras, a maior parte da futura energia, cerca de 3,9 mil MW (ou 58,8%), será gerada com a queima de combustíveis fósseis, mais poluentes e que contribuem para o aquecimento global. O Brasil, que ainda desperdiça algo em torno de R$ 17 bilhões por ano em energia elétrica, poderia pensar em Eficiência Energética, seja na indústria, no comércio e nos edifícios públicos. Também, as usinas termoelétricas podem – e devem – ser aos poucos substituídas pelas eólicas e pela energia a partir da biomassa. Às vésperas da Conferência Mundial do clima em Copenhague, é uma grande oportunidade de o Brasil apresentar um plano de redução de emissões e de geração de energia alternativa.

MINERAÇÃO

24/11/09

Mineradoras de ferro de Minas lutam por um porto no Rio

Seg, 23 de Novembro de 2009
Minas tem minério mas não tem mar, o que torna o escoamento do produto uma dor de cabeça para pequenas e médias empresas de mineração do Estado. Para resolver o nó logístico, 12 mineradoras lutam há três anos, com o apoio do governo estadual, para ter um terminal portuário no Rio, em Itaguaí. “Esta seria a melhor saída para este impasse e poria fim a nossa dependência da concentração logística das grandes empresas do setor, como Vale e CSN”, disse ao Valor José Francisco Viveiros, presidente da ArcelorMittal Serra Azul, mineradora de propriedade do maior grupo siderúrgico mundial, comandado pelo indiano Lakshmi Mittal.
Recentemente, as mineradoras, lideradas pela Associação dos Mineradores de Serra Azul (Amisa), também presidida por Viveiros, marcaram um tento nesta briga ao conseguir através da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) garantir direito de passagem na ferrovia MRS, que controlada por Vale, CSN, Usiminas e Gerdau. Já planejam adquirir composição ferroviária própria para levar o minério de ferro até o porto fluminense. “A batalha agora é pelo terminal portuário de Itaguaí”, anunciou Paulo Sérgio Machado Ribeiro, subsecretário de Desenvolvimento Mínero-Metalúrgico e Política Energética da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas (SEDE).
O presidente da Companhia Docas do Rio, Jorge Mello, responsável por licitar a área portuária, disse ao Valor que o edital e a licitação foram adiados para março ou abril de 2010, um atraso de quatro meses em relação a janeiro, data fixada anteriormente com o governo mineiro. Ele explicou que o atraso ocorreu “porque o projeto caiu em exigência ambiental no Instituto Estadual de Ambiente (Inea)”. Ele reconhece que a exigência do Inea vai atrasar o processo. “Só na execução do EIA-Rima pedido vamos gastar três meses”, estimou. Depois de apresentar o documento, terá audiência pública para obter o licenciamento.
“Estamos doidos para fazer o leilão do terminal, mas temos que cumprir a exigência”, afirmou Mello, adiantando que o edital já está pronto para ser publicado. Segundo ele, este será o primeiro terminal de uso público do país para granéis e as empresas interessadas poderão se organizar em consórcios para disputá-lo.
Julio Bueno, secretário de Desenvolvimento do Rio, disse que vai assegurar que as pequenas exportadoras de minério de Minas possam exportar por Itaguaí. “É um compromisso do nosso governo”, afirmou. O secretário vetou, e, 2008, projetos de terminais portuários da ArcelorMittal e da BHPBilliton no litoral fluminense, alegando razões ambientais.
A notícia do atraso do edital e da licitação do terminal não agradou ao governo mineiro. “Estou com reunião marcada com o presidente da Docas do Rio para o início de dezembro. Vamos conversar e definir a data para a publicação do edital e da licitação. Já tem um acerto entre nós que isto (o terminal) vai sair, agora só falta a data. O assunto para nós é prioritário”, declarou o subsecretário da SEDE.
O presidente da Amisa lembrou que desde 2006 as sócias da entidade aguardam este leilão. A associação, que reúne mineradoras conhecidas como AVG/MMX, Arcelor Mittal Mineração, Minerita, Usiminas, Ferrous Resources, Comisa e GVA Mineração , torce para que o terminal marítimo saia do papel em 2010. Ele será o primeiro porto de uso público do país para minério de ferro, localizado numa área denominada “do meio”, entre os terminais da CSN e da Vale. “É da maior importância a instalação de um corredor ferroportuário para desengargalar as exportações e os de investimentos dos pequenos mineradores de Minas. Sem uma saída independente, as mineradoras de Serra Azul podem deixar de investir US$ 5 bilhões para expandir suas minas”, alertou Viveiros.
Atualmente, os embarques das “mineradoras sem portos” são feitos nas “janelas disponíveis” dos terminais arrendados pela Vale e CSN. O fato torna as empresas mineiras totalmente dependentes de suas concorrentes que impõem volumes, condições operacionais e tarifas portuárias e ferroviárias, diz o executivo da Arcelor Mittal.
Mello, da Docas do Rio, disse que Vale e CSN só aceitam embarques de minério de terceiros porque isso lhes foi imposto por Docas e pela Antaq. “Criamos condições nos contratos das duas companhias para que elas abrissem espaço para outras mineradoras. Inicialmente, seus contratos não previam isso”, informou. Os aditivos determinam os volumes que Vale e CSN têm que dispor anualmente para potenciais usuários. O contrato da Vale fixa volume correspondente a 15% do que exportou para seus clientes no ano anterior. Em 2010, isso vai corresponder a 2,1 milhões de toneladas. Já o da CSN tem volume fixo de 2 milhões de toneladas/ano.
Esse volumes são considerados insuficientes para as empresas mineiras exportarem sua produção de 7 milhões de toneladas ao ano. O máximo que conseguem embarcar são 5 milhões de toneladas de minério, argumentam.
Viveiros disse que as associadas se sentem desconfortáveis. “Somos controlados por nossos concorrentes, já que os terminais portuários da Vale e da CSN nos impõem volume e tarifa que convém a eles”. A Vale acaba de soltar edital fixando tarifa mínima de US$ 13,57 a tonelada embarcada por terceiros em Itaguaí, para 2010. O terminal da CSN cobra US$ 12,63.
Com a licença de passagem na ferrovia da MRS e o terminal público de Itaguaí operando, a despesa de logística dessas mineradoras com transporte e embarque cairia dos atuais US$ 40 para US$ 25 a tonelada. Isso, alegam, criaria condições para expandirem sua capacidade no momento em que o mercado de ferro volta a se aquecer.

Leia na fonte

COMBUSTÍVEIS SUSTENTÁVEIS

24/11/09

Empresas aéreas buscam combustível sustentável

19/11 – 13:02 – Agência Estado

A companhia aérea Azul e a Embraer vão realizar, no início de 2012, o primeiro voo experimental – sem passageiros – com o uso de um querosene obtido da cana-de-açúcar. A Azul aceitou testar, em um dos seus jatos Embraer, o bioquerosene, que está sendo desenvolvido pela multinacional de biotecnologia Amyris.

Embora o processo de certificação do novo combustível seja longo, o querosene de origem renovável poderá começar a ser produzido em escala industrial em 2013 como uma alternativa ao de origem fóssil, responsável pela alta carga de emissões de CO2 da aviação. A data do voo de demonstração foi prevista ontem no lançamento de um memorando de entendimento entre as companhias. Também participa do projeto a General Electric (GE), fabricante de motores para jatos.

Guilherme Freire, diretor de tecnologias para o meio ambiente da Embraer, explicou que a busca por combustíveis renováveis mobiliza toda a indústria de aviação diante das pressões pela redução das emissões do tráfego aéreo, responsável por 2% de todos os gases de efeito estufa liberados na atmosfera. A previsão é de 3% em 2050.

Esta semana, a Gol também anunciou sua entrada em um projeto de pesquisa de biocombustível para aviões – o Sustainable Aviation Fuel Users Group (Safug), o grupo de usuários de combustível de aviação sustentável, em português. Esse programa reúne empresas aéreas e provedores de tecnologia, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de novas fontes sustentáveis de combustível para aviação, alcançando seu uso comercial. O grupo trabalha em dois projetos preliminares de pesquisa. O primeiro estuda a sustentabilidade do cultivo do pinhão manso como alternativa para geração de combustível sustentável. E outra frente de estudos é relacionada ao uso de algas, com o objetivo de certificar que seu uso atende aos critérios de sustentabilidade. O grupo também prevê estudos futuros com outros tipos de matérias-primas.

No caso do projeto com a cana-de-açúcar, o diretor de desenvolvimento comercial da GE, Cláudio Loureiro, afirmou que o novo insumo não demanda alteração no projeto dos motores. Segundo ele, um tipo de biocombustível feito com babaçu já foi testado, com bons resultados, pela companhia Virgin, em parceria com a Boeing, na Europa, no ano passado. Um outro teste, da americana Continental, deve acontecer em 2010, mas com combustível de biomassa não divulgada.

Segundo o diretor geral da Amyris – que tem a Votorantim entre seus sócios -, Roel Collier, a cana é a matéria-prima mais viável e pode repetir na produção de querosene o grau de redução de emissão de CO2 de 80% a 90% que o etanol representou em relação à gasolina. No entanto, ainda não há um cálculo preciso. Ele explicou que não se trata de produzir um álcool para avião, mas um hidrocarboneto a partir de uma das etapas da produção do etanol. Após a fermentação do caldo da cana, o material que originará o bioquerosene é separado por centrifugação em lugar da destilação.

O vice-presidente operacional da Azul, Miguel Dau, afirmou que ele mesmo vai pilotar o jato Embraer que será empregado no voo experimental. Para Dau, além de atender à necessidade de reduzir emissões, a diversificação da matriz energética da aviação reduz a insegurança em relação à flutuação da cotação internacional do petróleo, já que as companhias têm entre 30 e 40% do seu custo no combustível.

Leia na fonte

ENERGIA

24/11/09

terça-Feira, 17 de Novembro de 2009

País ainda depende de térmicas

Usinas termoelétricas, incluindo as movidas a diesel, respondem por 23,6% da capacidade de produção de energia

Leonardo Goy, BRASÍLIA

A energia das termoelétricas em construção – movidas a combustíveis fósseis, emissores de gás carbônico – equivale a mais da metade da que será acrescentada por hidrelétricas também em obras. E as usinas a diesel produzem hoje cerca de 3,9 mil megawatts (MW) – mais energia do que vai produzir, por exemplo, a Usina de Jirau, no Rio Madeira (3,3 mil MW).

As declarações do presidente sobre a matriz energética foram feitas no programa de rádio “Café com o Presidente”. Apesar de mais poluentes e mais caras, o País tem contado com as usinas térmicas e vai continuar precisando delas no futuro.

Segundo dados disponibilizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), hoje o Brasil tem uma capacidade total de produção de energia elétrica de cerca de 105,9 mil MW. As hidrelétricas são preponderantes, respondem por 75,2 mil MW (ou 71%). Mas as usinas termoelétricas (movidas a gás, diesel, óleo, carvão ou biomassa) aparecem logo em seguida, com cerca de 25 mil MW, ou 23,6% – a produção a diesel é de 3,9 mil MW.

Segundo a Aneel, hoje estão em obra 93 empreendimentos que usam a água para gerar energia. Somadas, as futuras usinas acrescentarão ao sistema cerca de 11,5 mil MW, quase o equivalente a uma nova Itaipu. Por outro lado, estão em construção 68 usinas termoelétricas, que vão produzir cerca de 6,7 mil MW.

Entre as novas térmicas que estão em obras, a maior parte da futura energia, cerca de 3,9 mil MW (ou 58,8%), será gerada com a queima de combustíveis fósseis, mais agressivos ao meio ambiente. As usinas a carvão, altamente poluentes, lideram essa lista: são quatro empreendimentos em construção, capazes de gerar cerca de 1,8 mil MW. A lista da Aneel revela ainda que estão em construção 11 unidades movidas a óleo combustível (caras e também poluentes) que terão, somadas, capacidade para 1,7 mil MW.

No balanço do governo Lula, a expansão da geração em usinas hidrelétricas e em termoelétricas vem ocorrendo praticamente nas mesmas proporções. Também segundo dados disponíveis no site da Aneel, de 2003 até setembro deste ano entraram em operação cerca de 9,7 mil MW produzidos em térmicas de todos os tipos, enquanto as novas hidrelétricas acrescentaram 10,8 mil MW ao sistema.

Em parte, essa situação pode ser explicada pelo fato de o licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas ser mais lento, apesar de esse tipo de usina não emitir gás carbônico. A demora no licenciamento, associada à escassez de novos projetos de hidrelétricas, acabou abrindo espaço para o avanço das térmicas. O governo aposta agora em projetos de mega usinas, como as do Rio Madeira e a de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), para acelerar a expansão da produção hídrica.

Mas as dificuldades continuam rondando. O licenciamento de Belo Monte ainda não saiu e o calendário começa a jogar contra a intenção do governo de licitar a usina no dia 21 de dezembro. Para que isso aconteça, a licença precisa ser liberada para que o edital possa ser publicado até o dia 21 deste mês.

Leia na fonte

 

 

A energia da cana pode fortalecer o sistema elétrico

Marcos Sawaya Jank
17/11/2009

No planejamento do setor elétrico, a bioeletricidade da cana deve ser vista como importante fonte de geração

A Copa do Mundo de futebol em 2014, a Olimpíada em 2016 e o crescimento do país acima da média mundial nos próximos anos são eventos que exigirão mais planejamento e um modelo de produção de energia elétrica suficiente para garantir qualidade de abastecimento frente à crescente demanda. Um modelo que, mesmo diante de ocorrências imponderáveis como o último apagão, ocorrido na semana passada, seja capaz de minimizar seus efeitos.

No Brasil, as últimas décadas têm sido marcadas pela “geração centralizada” de energia elétrica a partir da construção de grandes centrais hidrelétricas distantes dos principais centros de consumo, o que demanda pesados investimentos em expansão dos sistemas de transmissão de energia. O apagão da semana passada decorreu de falhas precisamente em um dos grandes “linhões” de Itaipu.

Ocorre que vários países têm buscado diversificar a sua matriz elétrica e reduzir riscos de blecautes por meio da “geração distribuída”, próxima aos centros de consumo, dando preferência às energias renováveis, com baixa emissão de gases de efeito estufa. Um bom exemplo foi a Olimpíada de Pequim de 2008, garantida por centrais de geração distribuída, que conferiram maior credibilidade ao sistema no que tange à continuidade de fornecimento de eletricidade.

O Brasil conta com 434 usinas sucroalcooleiras, todas elas autosuficientes em energia graças à produção de vapor por meio da queima de bagaço de cana em caldeiras. Porém, somente 20% das usinas (88 unidades) comercializam os seus excedentes de energia elétrica no mercado, sendo 54 centrais de cogeração exportando energia elétrica para a rede dentro do estado de São Paulo (61% do total) e 34 centrais em outros 11 estados brasileiros.

Trata-se de uma fonte típica de geração descentralizada, instalada ao lado do principal centro de consumo de eletricidade do país, que têm correspondido adequadamente às crescentes exigências de confiabilidade do sistema elétrico brasileiro. Além disso, a bioeletricidade é uma fonte de energia renovável com características altamente complementares à fonte hídrica (a produção ocorre no período de seca para o sistema elétrico, de abril a novembro no Centro-Sul), fruto de projetos baseados em tecnologia nacional e realizados com prazos reduzidos de instalação e operação. Isso sem contar que a bioeletricidade apresenta nítidas vantagens ambientais, pois seu nível de emissões é praticamente nulo em comparação com as demais fontes termelétricas convencionais, como o carvão mineral, o óleo combustível e o gás natural.

A reserva potencial de bioeletricidade adormecida nos canaviais brasileiros é imensa. Estima-se que, se conseguíssemos aproveitar plenamente toda a biomassa de cana disponível no país, seria possível exportar para a rede elétrica um volume de energia da ordem de 10.000 MW médios até a safra 2017-18, o que equivale a uma usina do porte de Itaipu. Somente no estado de São Paulo, a reserva de cana permitiria exportar 4.800 MW médios para a rede em 2017-18, valor 20% superior ao hoje gerado em todo o complexo da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).

A bioeletricidade da cana deveria ser considerada de forma expressa e definitiva no planejamento do setor elétrico, como importante fonte de geração distribuída para tornar o sistema menos vulnerável ou dependente de grandes obras estruturantes de geração e de transmissão, reduzindo os riscos de blecaute ao facilitar o restabelecimento e a estabilização do sistema. Ao mesmo tempo, ela certamente ajudará a cumprir os ambiciosos compromissos de redução de gases de efeito estufa que os governos Federal e Estadual estarão levando para Copenhague este ano.

Porém, a tarefa de extrair essa imensa reserva de energia elétrica dos canaviais brasileiros não depende apenas da boa vontade dos empresários do setor. É preciso uma programação regular de leilões específicos para essa fonte, se possível começando já no princípio de 2010, e com especial atenção para projetos de modernização de instalações de usinas mais antigas (chamadas de retrofits), principalmente no Estado de São Paulo.
Além disso, é fundamental encontrar soluções definitivas para os graves problemas de conexão que têm dificultado a decisão de investimento por parte dos empreendedores.

Inspirando-se em Harry Markowitz, ganhador do prêmio Nobel de economia em 1990, pode-se afirmar que um planejamento de leilões de energia focados na diversificação das fontes de suprimento é o mecanismo mais apropriado para que riscos de falta ou falhas no suprimento de energia sejam diluídos de forma consistente. As grandes obras de geração hidrelétrica e transmissão são importantes, mas seria desejável ao mesmo tempo aprofundar a diversificação na direção da geração descentralizada, de pequeno e médio porte, com balanço ambiental positivo e próximo aos grandes centros consumidores.

Marcos Sawaya Jank é presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Leia na fonte

 

?

17/11/2009

China e EUA ampliarão diálogo sobre meio ambiente e energia

da Efe
O presidente da China, Hu Jintao, afirmou nesta terça-feira que tanto seu país como os EUA estão de acordo em ampliar o diálogo sobre meio ambiente e energia, depois de se reunir com seu colega americano, Barack Obama.
Segundo o líder chinês, China e EUA buscarão o êxito da cúpula de Copenhague sobre mudança climática de acordo com as “responsabilidades” e “capacidades” de cada país.

Leia na fonte