Diesel menos poluente será produzido em SP, MG e RJ
Guilherme Manechini, de São Paulo
12/02/2009
Três refinarias da Petrobras já foram escolhidas para receber os primeiros equipamentos para a produção de diesel com menor teor de enxofre no país. Segundo apurou o Valor, as unidades instaladas nos municípios de Belo Horizonte (MG), São José dos Campos (SP) e Duque de Caxias (RJ) fazem parte do plano da empresa para começar a produzir dois tipos de diesel considerados “mais limpos”, com 50 e 10 partículas por milhão (ppm). Atualmente, cerca de 70% do diesel consumido no Brasil contém 1.800 ppm.
Em janeiro, quando fez o primeiro balanço do fornecimento do diesel S 50 (com 50 ppm) para os ônibus metropolitanos de São Paulo e Rio, a estatal ainda não havia definido uma data para o início da produção dos dois tipos de diesel, ambos com menor teor de enxofre.
No caso do S 50, até o fim do ano passado, a etapa 6 do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) determinava o fornecimento ao menos para a frota fabricada a partir deste ano, mas o atraso da especificação do combustível pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) resultou em um acordo para a prorrogação do prazo. O fornecimento para os ônibus metropolitanos faz parte de uma série de compensações acordadas entre Petrobras, Ministério Público Federal, Anfavea, Ibama e ANP.
As refinarias de Belo Horizonte (Regap), São José dos Campos (Revap) e de Duque de Caxias (Reduc) deverão receber nos próximos dias parte dos equipamentos necessários para a instalação das unidades de hidrotratamentos, tecnologia necessária para a produção dos tipos de diesel S 10 e S 50. Procurada, a Petrobras não quis se pronunciar sobre o assunto.
Antes da publicação do plano de negócios da Petrobras para os próximos cinco anos, o investimento previsto para a melhoria de combustíveis era de US$ 8,6 bilhões. Já no site da companhia, a informação é de que até 2013 os investimentos na melhoria do diesel vão totalizar US$ 6 bilhões.
Durante o balanço realizado em janeiro, o diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou que a estatal deveria aplicar outros US$ 2 bilhões para o fornecimento do diesel S 10, mas o investimento não foi confirmado.
Hoje, no Rio, Costa falará sobre o assunto durante coletiva de imprensa organizada para detalhar o plano de negócios para a área de abastecimento nos próximos cinco anos.
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12 de Fevereiro de 2009
“Trem verde” da Vale troca diesel por gás
Projeto pioneiro vai possibilitar, além de economia, menor emissão de CO2
Paula Pacheco
A Vale conseguiu tirar do papel um projeto de quatro anos e passa a deter uma tecnologia inédita no mundo, que permite substituir o diesel pelo gás natural para abastecer as locomotivas. O principal diferencial em relação aos outros projetos nesse sentido é o fato de a mineradora ter desenvolvido, em parceria com a White Martins, um sistema que transforma o gás natural em liquefeito.
O projeto foi batizado de Trem Verde e, por enquanto, o teste vem sendo feito em uma locomotiva da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM). O objetivo, segundo Eduardo Bartholomeu, diretor de Logística da Vale, é usar até 70% de gás natural como combustível para as locomotivas. O restante é complementado com diesel.
A Vale, dona da segunda maior malha ferroviária do Brasil, ocupa o topo de lista dos grandes consumidores de diesel do País. Metade da demanda vem das mil locomotivas usadas na área de logística. Por ano, a mineradora queima 544 milhões de litros de diesel. O investimento em alternativas ao combustível foi motivado, segundo a empresa, pela busca da redução dos gastos com combustível e pela preocupação com o efeito da emissão de poluentes.
As pesquisas começaram em 2004 e contam com a participação da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e Universidade de São Paulo (USP). Com a conversão de motores para o gás natural, a direção da Vale calcula que a redução das emissões de CO2, provenientes da queima de combustíveis, chegará a 73 mil toneladas por ano. Isso é o equivalente ao gás carbônico absorvido por uma área de mata nativa de cerca de 155 hectares.
No lado econômico, segundo Bartholomeu, um litro de diesel produz a mesma quantidade de energia que 1,056 metro cúbico de gás. No entanto, o gás custa em média 17% menos que o diesel.
Segundo o executivo, até agora foram investidos R$ 2,4 milhões, mas o projeto tem potencial para absorver R$ 460 milhões, quando incluir todas as locomotivas. “A maior dificuldade era justamente a forma de armazenar o combustível. Agora, com um tanque cheio de gás liquefeito, a locomotiva Vitória-Minas tem autonomia de 1,2 mil quilômetros (uma viagem de ida e volta de Belo Horizonte a Vitória)”, explica o executivo.
A Vale faz parte de uma série de consórcios para exploração de petróleo e gás. Todos os projetos ainda estão em fase de prospecção. Mas quando começarem a produzir, calcula Bartholomeu, o gás da própria mineradora poderá ser usado para movimentar as locomotivas. Por enquanto a empresa depende do gás boliviano. Mas nem por isso o executivo mostra-se preocupado com o risco de desabastecimento, como ocorreu recentemente. “Esse é um problema resolvido. Não há chance de faltar gás.”
Outro projeto em fase de testes na Vale é o que muda o acionamento dos freios das locomotivas para um sistema computadorizado, que reduz o uso de combustível na hora de parar o trem. Ao ser implantado em toda a malha ferroviária, possibilitará uma economia anual de 7 milhões de litros – uma redução de 1,3% no consumo de diesel de todas as ferrovias da Vale.
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Mesmo com cenário adverso, vendas de etanol mantêm alta
11/02/2009
Gazeta Mercantil
Sertãozinho (SP), 11 de Fevereiro de 2009 – Mesmo num cenário bastante pessimista, em que as vendas de carros no Brasil despenquem neste ano, o consumo doméstico de etanol crescerá. E não será pouco. Segundo simulação realizada pelo Rabobank, se as vendas de automóveis caírem pela metade em 2009, o aumento potencial do consumo de etanol no País será de 2,44 bilhões de litros, o que representaria uma alta de 12,2% em relação ao consumo nacional em 2008, que foi de 20 bilhões de litros, sendo 14 bilhões de hidratado e 6 bilhões de anidro.
Isso só será possível se os preços do álcool continuarem competitivos em relação à gasolina. Ou seja, se os preços do etanol custarem ao consumidor final até 70% do preço da gasolina. A frota de veículos flexíveis, que representam 87% das vendas, chegaria, mesmo com queda de 50% nas vendas, a 8,4 milhões de unidades em 2009, segundo a simulação feita pelo Rabobank. Os veículos movidos a gasolina também ajudam, pois o combustível tem mistura de 20% de álcool hidratado.
Os dados foram apresentados ontem, em Sertãozinho, por Luiz Carlos Corrêa Carvalho, presidente da Canaplan, consultoria especializada na agroindústria canavieira. “As perspectivas para o álcool são boas não somente no Brasil. Nos Estados Unidos, as últimas notícias nos permitem fazer uma análise otimista para o setor”, disse ele, durante o evento “Cenários para a Safra Sucroenergética 2009/10″, promovido pela Brasil Agro.
Segundo Carvalho, os novos secretários norte-americanos de Energia e Agricultura defendem maior uso do etanol na gasolina. “Tanto que a EPA (a agência ambiental dos EUA) definiu em janeiro uma mistura média de 10,21% de etanol na gasolina para 2009, em comparação com 7,76% em 2008″, informou. “Isso representa uma demanda extra de 13 bilhões de litros de etanol” , afirmou.
Salto no exterior
Segundo Carvalho, o mercado internacional de etanol saltou de 29 bilhões de litros em 2000 para 79 bilhões de litros em 2008. Em 2018, segundo projeções da Canaplan, o consumo chegará a 276,6 bilhões de litros, o que representará uma taxa anual de crescimento de 13,35% no período.
Para o mercado internacional de açúcar, a Canaplan prevê crescimento anual de 2,78%. A commodity, que movimentou 130 milhões de toneladas em 2000 e 161,8 milhões de toneladas em 2008, deve atingir 212,8 milhões de toneladas em 2018.
“Independentemente da crise, do seu tamanho e duração, dos estragos e seqüelas que causar, o mundo não suporta mais o continuísmo”, afirmou Carvalho. “Prova disso foi a eleição de Barak Obama para a presidência dos Estados Unidos.” Segundo Carvalho, na esteira desse novo mundo, a biomassa é estrela, base de inovações nos campos energético, químico e biotecnológico. Neste cenário, diz ele, a cana (e o Brasil por conseqüência) está muito à frente e receberá os maiores recursos. “Passaremos a viver um longo ciclo virtuoso, com sustentabilidade, o que inclui competitividade e inovação.”
(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados – Pág. 11)(Edson Álvares da Costa)
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Carro elétrico já é realidade no mundo
10/02/2009
Gazeta Mercantil
Detroit (EUA), 10 de Fevereiro de 2009 – Anos atrás, quando Shai Agassi começou a promover sua idéia de estações para recarregar carros elétricos, o mundo automotivo mal deu atenção.
Na época, a gasolina era barata, grandes picapes e SUVs reinavam nas estradas americanas, e os veículos movidos a combustíveis alternativos pareciam destinados a permanecer um nicho muito pequeno para os consumidores preocupados com o meio ambiente e os tecnófilos.
Mas agora quase toda grande companhia no mundo se comprometeu a construir carros elétricos, e o presidente Barack Obama fez da redução do consumo de petróleo o ponto central da sua política energética.
O timing não poderia ser melhor para Agassi, ex-executivo do setor de softwares que está recorrendo à sua experiência no Vale do Silício enquanto persegue seu desejo de construir redes de estações de troca de bateria na América do Norte, Europa, Japão e Austrália a fim de aumentar o alcance dos carros elétricos.
“Há algo significativo que pode ser feito nos próximos 15 anos com carros elétricos”, disse Agassi em uma entrevista recente. “Tem a ver com o que você vai fazer para transformar o mundo em um lugar melhor até 2020″? ele acrescentou. Nos últimos meses , Agassi, que tem 40 anos e nasceu em Israel, tornou-se um importante ator na pressão global em direção aos carros elétricos.
Acordos no mundo
Em um período recente de 10 dias, ele anunciou um acordo para novas estações de trocas no Canadá, fechou um acordo para financiamento na Dinamarca, frequentou o World Economic Forum em Davos, na Suíça onde deu várias entrevistas para noticiários de TV’’s a cabo.
A teoria de Agassi é de que a chave para persuadir mais consumidores a comprar carros totalmente elétricos – em vez de carros híbridos, movidos a gasolina e eletricidade, como o Prius, que ainda emitem gases através do cano de escapamento – é construir uma rede de estações que possam substituir as baterias vazias por novas.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 2)(The New York Times)
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10 de fevereiro de 2009
Rio subterrâneo de Roma pode gerar energia geotérmica
Curso do rio foi reconstituído graças à prospecção de mais de 200 poços ao longo da capital italiana
Efe
ROMA – Cientistas italianos descobriram um rio subterrâneo que corre por baixo de Roma, com maior extensão do que a do Tibre, e que pode servir para produzir energia geotérmica, já que sua temperatura média é de 20ºC.
Segundo informa nesta terça-feira, 10, o jornal Corriere della Sera, a equipe do vulcanólogo e geoquímico italiano Franco Barberi reconstruiu o curso do rio graças à prospecção de mais de 200 poços ao longo da capital italiana.
“O Tibre esconde, sob seu leito, um enorme rio subterrâneo, completamente separado, que pode ser utilizado como fonte de energia geotérmica para aquecer e esfriar grande parte das casas da capital, com uma notável economia de combustível e redução da poluição”, afirmou Barberi.
Entretanto, o cientista ponderou que não se deve imaginá-lo como uma caverna sob a cidade, mas que se trata de “um fluxo de água subterrânea que corre entre o cascalho e a areia do antigo curso do Tibre, fechado, acima e abaixo, por duas camadas de terra impermeáveis”.
Sua extensão é muito maior do que a do rio superficial, já que tem, inclusive, centenas de metros de cada lado.
As amostras extraídas e analisadas pela equipe de cientistas indicam que a água do rio subterrâneo, situado entre 30 e 60 metros abaixo do nível da cidade, tem ph neutro e não apresenta contaminações, enquanto sua temperatura, que oscila entre 18ºC e 21ºC, tem a possibilidade de ser utilizada para produzir energia geotérmica, segundo os pesquisadores.
Embora no passado este tipo de energia tenha se extraído de águas termais, mais quentes, os pesquisadores afirmam que hoje já existe tecnologia para usar águas com menos de 20ºC, como já se faz com sucesso na Suécia e em outros países do norte da Europa.
A equipe espera agora que empresas entrem em contato com eles para desenhar “protótipos” para a instalação de bombas que extraiam o líquido do rio.
O presidente do Instituto Nacional de Geologia e Vulcanologia, Enzo Boschi, afirmou que Roma pode alcançar assim “a independência dos hidrocarbonetos, convertendo-se na capital mais limpa da Europa”.
Além disso, a capital italiana poderia se proteger contra futuras crises de gás entre Rússia e Ucrânia e os desabastecimentos que elas causam à Europa.
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Cresce geração a partir do lixo
Gazeta Mercantil
09/02/2009
Roberta Scrivano
A geração de energia a partir do lixo começa a deslanchar. “Não tanto como fonte geradora de eletricidade, mas como solução para o lixo”, diz Jean Negri, coordenador de energia da Secretaria de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo. Negri diz que o governo do Estado está analisando outras soluções para o lixo paulista. “Há dois anos firmamos uma parceria com o estado alemão de Baviera para troca de tecnologias sobre a geração a partir do lixo”, comenta. “Até fevereiro devemos anunciar uma nova iniciativa de produção de eletricidade por meio do lixo”, antecipa.
Segundo o coordenador de energia, a nova proposta prevê a queima do lixo em caldeiras e, com o vapor emitido, a geração da eletricidade. “Neste processo apenas 10% ou 15% do total de lixo é encaminhado para o aterro”, comenta.
Negri explica que, neste caso, o pouco de lixo que é encaminhado para o aterro é composto por metais (que não podem ser queimados) e as cinzas.
Atualmente, na capital paulista estão em funcionamento dois projetos de geração de eletricidade a partir dos gases emitidos pelo lixo, um deles no aterro Bandeirantes e outro no São João. Segundo a prefeitura do município “São Paulo já arrecadou R$ 37 milhões no segundo leilão de créditos de carbono, oriundos dos aterros Bandeirantes, em Perus, e São João, em São Mateus”. Foram comercializados na Bovespa 713 mil toneladas de créditos de carbono ao preço final de € 19,20 cada tonelada.
Cada uma das duas usinas instaladas nos aterros de São Paulo tem capacidade para gerar 20 megawatts por mês, ou seja, a eletricidade oriunda das duas fontes pode atender ao consumo anual de até 600 mil habitações paulistanas.
O Aterro Sanitário São João entrou em atividade em 1992 e, com uma área de 80 hectares, recebe diariamente 7 mil toneladas de lixo. Nesse aterro foi instalada também uma usina termelétrica, com capacidade de geração de 200 mil MW/h por ano, o que equivale ao consumo de uma cidade com 400 mil habitantes.
O outro aterro sanitário da cidade de São Paulo, o Bandeirantes, fica em uma área de 150 hectares no distrito de Perus e tem cerca de 35 milhões de toneladas de lixo estocadas. Esse aterro foi o primeiro a ter uma usina termelétrica, com capacidade de geração de 170 mil MW/h por ano.
Líderes no segmento
De acordo com documento da prefeitura de São Paulo, a cidade é a precursora dos dois maiores projetos reconhecidos como Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, no protocolo de Kyoto, por reduzirem em aterros sanitários a emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera. E, por este motivo, na semana passada na Suíça uma missão de brasileiros apresentou aos C40 (organização que congrega as 40 maiores cidades do mundo na busca de soluções concretas nas áreas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas) os projetos de geração de eletricidade a partir do lixo.
GE vai fornecer para China
A gigante General Electric (GE) acertou com uma granja na China a instalação de motores a gás que geram energia e calor a partir de gases nocivos, como o biogás, gás de minas de carvão e gás de resíduos industriais, além do gás natural. “Este será o nosso primeiro motor deste tipo a funcionar em território chinês”, afirma Marcelo Prado, diretor de marketing da GE.
O executivo explica que a Deqingyuan, a maior granja da Ásia, tem que administrar 220 toneladas de esterco e 170 toneladas de efluentes (esgoto industrial) por dia. “Projetos deste tipo são muito interessantes porque envolvem dois novos negócios: a venda de créditos de carbono e a comercialização de energia elétrica”, diz Prado. O executivo afirma que a usina de Deqingyuan será a maior central energética a biogás da Ásia.
Hoje, cerca de 8 mil motores a gás Jenbacher estão em operação em todo o mundo, como os instalados em parques de rosas na Holanda, em minas de carvão na Ucrânia, nos aterros no Reino Unido e em hospitais na Itália. Uma granja na China está prestes a ser incluída nessa lista.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 5)
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09/02/2009 – 12h25
Empresa testa geração de energia a partir de ondas do mar
da Reuters, em Londres
A empresa E.ON vai iniciar um teste de geração de energia a partir de ondas do mar no Reino Unido em 2010, informou o braço britânico do grupo alemão.
A E.ON UK planeja instalar e testar um único aparelho de geração, que está sendo construído em Edimburgo, na Escócia, no Centro Europeu de Energia Marinha, na costa escocesa.
A companhia espera que o programa ajude a abrir caminho para a comercialização da tecnologia no Reino Unido e no mundo.
“Reconhecemos que muito trabalho ainda precisa ser feito antes que possamos ter certeza que a energia marinha cumprirá seu potencial”, disse Amaan Lafayette, diretor de desenvolvimento marinho da E.ON.
“Mas o sucesso desse equipamento nos dará confiança para prosseguirmos com a próxima fase de comercialização, que será composta de conjuntos maiores pela costa do Reino Unido.”
A E.ON afirma que será a primeira companhia a testar um equipamento de energia marinha no Centro Europeu de Energia Marinha.
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